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Desculpa mandar mensagem assim, mas é que eu to meio sem saida e queria entender se a terapia me ajuda... ja faz uns meses que eu to num desanimo surreal, nada mais me da alegria de vdd. chego do trabalho e a unica coisa que consigo fazer é deitar no escuro, tomo banho no automatico e até pra responder no wpp parece um esforço absurdo. meus amigos acham q é só cansaço de trampo ou frescura, mas parece um buraco no peito que nao passa nunca. isso pode ser depressao? tenho muito medo de começar a passar com psicologo e nao adiantar nada, como vcs lidam com isso nas sessoes?
Olá! Não é possivel chegar a uma conclusão do que está acontecendo com você somente por este relato, mas o que podemos dizer é que tem algo acontecendo que não deve ser normalizado uma vez que você mesmo tem se sentido incomodado, sofrimento psíquico não pode ser normalizado mesmo que todos ao nosso redor, por mais que queiram nos animar, estejam dizendo que é assim mesmo. Não, o que nos faz sofrer não pode ser "assim mesmo". Mas para uma analise mais abrangente o correto a fazer é procurar ajuda profissional. Mais do que dizer o que você tem, a psicoterapia pode ajudar a descobrir o que pode vir a ser. Não normalize o que está acontecendo com você, procure atendimento profissional, isso pode ser um divisor de águas em sua vida. A disposição.
Olá!
Realizar acompanhamento psicológico é um processo de acolhimento, autoconhecimento e autocuidado. É um espaço que nos fortalece e nos ajuda a viver melhor conosco e ao nosso entorno.
Nosso principal papel é compreender como vc está e que estratégia podemos utilizar para que você se sinta pertencente a sua vida e viva o aqui-e-agora.
O que vc acha de iniciar esse processo e cuidar de vc? Aguardo vc.n
Oi, seja bem vinda! O que você descreve esse desânimo que já dura meses, a falta de prazer nas coisas, o esforço enorme até pra tarefas simples, essa sensação de "buraco no peito" que não passa — são sinais que merecem, sim, uma escuta cuidadosa. Não dá pra fechar isso numa mensagem (só uma avaliação bem feita mostra o que está por trás), mas posso te dizer que não é "frescura" nem só cansaço de trabalho. Seu corpo e sua mente estão te avisando de algo, e vale a pena investigar com calma.
Sobre o medo de começar e não adiantar nada: é uma preocupação super comum, e entendo bem. Terapia não é mágica nem funciona igual pra todo mundo mas o processo começa justamente entendendo o que está acontecendo com você, sem pressa, no seu tempo. Nas primeiras sessões a gente foca em mapear como esse desânimo apareceu, o que já tentou, o que piora e o que ainda traz algum alívio, por menor que seja. A partir disso construímos juntos um plano muitas vezes com técnicas práticas do dia a dia, não só "conversa".
Se fizer sentido pra você, posso te explicar como funcionam as sessões e agendarmos uma primeira conversa, sem compromisso, pra você sentir se é o caminho certo agora.
oie, tudo bem? entao, eu to com uma duvida que ta me tirando o sono... minha vida inteira eu fui taxado de preguiçoso e desatento na familia, vivo perdendo chave, começo dez coisas ao mesmo tempo e nao termino nenhuma, esqueço compromisso basico e meu trabalho ta virando uma bola de neve pq simplesmente nao consigo focar. vejo direto na internet pessoas falando sobre tdah em adulto e me identifico com quase tudo, mas fico com receio de ser só falta de vergonha na cara minha ou vicio em celular kkk. vcs fazem essa investigaçao/diagnostico na terapia? como funciona isso na pratica?
Olá! No acompanhamento psicológico tentamos entender como vc funciona e como está sua vida e rotina. A partir daí identificamos pontos a melhorar e organizar para uma melhor qualidade de vida.
Mas todos nós temos um jeito de ser e de funcionar. E, em alguns casos, sim pode haver a necessidade de uma avaliação mais detalhada sobre sinais e sintomas de algum transtorno, como por exemplo, o TDAH. Se for o caso, deve também ser feito acompanhamento com Psiquiatra.
Mas, pensando no seu relato, é primordial compreender todo o seu entorno, para só assim saber como seguir. Iniciar um acompanhamento psicológico te ajuda nesse processo de forma acolhedora e ética.
Lembre-se que nem todo vídeo que nos identificamos retrata nossa realidade.
Primeiro: se identificar com relatos sobre TDAH na internet não é "frescura" nem falta de vergonha na cara é um sinal válido de que vale a pena investigar com cuidado. O que você descreve (perder objetos, começar várias tarefas sem terminar, esquecer compromissos, dificuldade de foco que impacta o trabalho) faz parte do que a gente observa numa avaliação, mas esses sintomas também aparecem em ansiedade, estresse crônico, alguns quadros de humor e até em rotinas de sono ruins por isso o diagnóstico nunca é feito "de ouvido" ou só por identificação com conteúdo de rede social.
Sobre como funciona na prática: aqui o processo de investigação de TDAH em adulto normalmente envolve algumas etapas
Entrevista clínica aprofundada, olhando pra sua história desde a infância (não só o momento atual), porque TDAH costuma ter sinais desde cedo, mesmo que só tenham virado um problema agora.
Instrumentos e escalas padronizadas de rastreio de atenção e funções executivas, que ajudam a mapear o padrão dos sintomas.
Avaliação psicológica/neuropsicológica mais formal, quando indicado, pra investigar atenção, memória de trabalho, funções executivas de forma objetiva.
Conversa sobre outras hipóteses (ansiedade, sono, sobrecarga, etc.), já que muita coisa se parece com TDAH sem ser.
O fechamento diagnóstico de TDAH, no fim das contas, costuma envolver também uma avaliação psiquiátrica em conjunto, pra questão medicamentosa se for o caso trabalho isso de forma integrada quando necessário.
Se fizer sentido, posso te explicar como começamos esse processo de avaliação e agendar uma primeira conversa pra gente entender melhor o seu caso
Oi, tudo bem? Queria tirar uma duvida pq to passando por uma situação bem chata no meu namoro... Meu parceiro nunca me deu motivo nenhum, super parceiro, mas eu vivo insegura achando que qualquer hora ele vai se interessar por outra pessoa. Fico olhando seguidor no insta, checando horário que ficou online e quando ele demora pra responder ja começo a imaginar mil coisas e fico até com falta de ar. Sei que isso ta desgastando a gente e me sinto péssima depois, mas na hora não consigo controlar. Gostaria de entender de onde vem esse ciúme e parar com essas neuroses?
Olá! Tudo bem.
Tudo que sentimos e pensamos deve ser avaliado buscando compreender o sentido que atribuímos aquilo. É nosso, então devemos olhar dentro de nós, muitas vezes com auxílio profissional, buscando entender de onde ele vem, frequência, intensidade e como me prejudica.
Iniciar o processo terapêutico pode te auxiliar nesse processo. Conte comigo.
Boa noite, seja vinda ! O que você descreve vigiar rede social, monitorar horário online, o pensamento acelerando pra catástrofe quando ele demora a responder, e depois aquele mal-estar com você mesma é um padrão bem reconhecível: geralmente não fala tanto sobre o parceiro (você mesma diz que ele nunca deu motivo), mas sobre como a insegurança se manifesta em você. Isso pode ter raízes bem diferentes de pessoa pra pessoa modelos de relacionamento que você viveu ou observou, experiências anteriores que deixaram marca, jeitos de lidar com incerteza que a gente aprende cedo e é exatamente isso que a terapia ajuda a mapear com calma, sem julgamento.
Sobre "parar com as neuroses": entendo a vontade de resolver rápido, mas o caminho costuma ser mais sobre entender a raiz e desenvolver outras formas de lidar com a insegurança, do que simplesmente cortar o comportamento na força de vontade até porque, como você mesma percebeu, na hora é difícil controlar. Trabalhamos isso investigando gatilhos, o que esses pensamentos catastróficos representam, e construindo estratégias práticas pra você regular essa ansiedade antes que ela tome conta.
Se quiser, posso te explicar como funcionam as primeiras sessões e agendarmos uma conversa inicial pra começar a entender isso com mais profundidade
boa noite... to criando coragem pra mandar msg pq é um assunto bem delicado pra mim e tenho muita vergonha de falar disso. to tendo bastante dificuldade na hora h com a minha parceira, travo completamente, fico com a cabeça a mil pensando se vai dar certo e aí acabo perdendo a ereçao ou nem consigo começar. fui no urologista e os exames deram todos normais, ele falou que é 'coisa da minha cabeça' e indicou psicologo. isso tem como tratar na terapia mesmo? como funciona esse tipo de atendimento, fico meio perdido de como falar sobre isso...
Olá! O funcionamento do nosso corpo é diretamente ligado às nossas emoções. Quando estamos sobrecarregados mentalmente e enfrentando desafios, nosso corpo dá sinais sobre a importância de compreender como estamos.
O processo terapêutico pode lhe ajudar a olhar para suas necessidades de forma acolhedora e sigilosa. É um espaço seguro e lhe trará bons resultados.
O primeiro atendimento psicológico denominamos de consulta inicial e nesse momento há a possibilidade de vc falar da sua queixa e avaliamos os próximos passos que muitas vezes envolve um acompanhamento semanal. Estou à disposição.
Oi, desculpa incomodar, mas preciso de uma luz... Eu tô num relacionamento bom, a pessoa não me dá motivos, mas eu vivo com medo de ser trocada. Fico checando celular, stalkeando e criando mil cenários na minha cabeça até passar mal. Sei que isso tá sufocando o namoro e me desgastando, mas parece mais forte que eu. Como a psicologia trabalha isso? Tem conserto ou é o meu jeito mesmo?
Olá! Primeiro, quero te tranquilizar: isso não é o seu jeito definitivo e tem tratamento, sim.
O que você está descrevendo é um quadro clássico de ansiedade de relacionamento e insegurança profunda, muitas vezes associado ao medo do abandono. Quando a mente percebe uma "ameaça" (mesmo que imaginária), ela entra em estado de alerta. Os comportamentos de checar o celular, investigar e criar cenários são tentativas do seu cérebro de retomar o controle e buscar alívio imediato para a angústia embora, na prática, eles acabem alimentando ainda mais a ansiedade e gerando desgaste físico e emocional.
Oi. Que bom ter vc por aqui 🙂
Eu sempre falo o seguinte: "Não tem como mudar aquilo que não conhecemos!"
Nós temos comportamentos e pensamentos que nem sempre entendemos e chegamos a nos questionar se há algo de errado conosco. Mas como psicóloga acredito que quanto mais eu me conheço, mais segura eu me sinto e melhor me expresso.
O processo terapêutico é importante justamente nisso. Nos ajuda a viver confortável e conhecer quem sou e o que desejo mudar.
Posso te ajudar nesse processo. Que tal cuidarmos juntos da sua saúde mental?!
Boa noite... Perdi meu pai faz alguns meses e parece que travei no tempo. Na frente dos outros eu finjo que tô lidando bem, mas por dentro é um vazio que dói fisicamente e não diminui. Às vezes acho que tô ficando louco por não conseguir voltar ao 'normal'. É normal demorar tanto ou eu deveria procurar ajuda profissional pra processar isso?
Olá Sinto muito pela sua perda. O que você está passando é uma das dores mais profundas que podemos vivenciar, e quero te dar uma resposta direta e acolhedora: você não está ficando louco e o que você sente é absolutamente compreensível.
O luto não segue uma linha reta ou um cronograma fixo. Alguns meses ainda é um período muito recente para a assimilação de uma perda tão significativa como a de um pai.
O movimento de "fingir que está tudo bem" para os outros gasta um volume enorme de energia emocional, o que frequentemente intensifica a sensação de exaustão, o vazio no peito e a impressão de estar "travado no tempo".
Oi. Sinto muito pela sua perda.
Quando perdemos alguém, além da quebra de um vínculo, existem mudança nos papéis familiares, na rotina, na estrutura familiar e a dor nos trava pq não sabemos como ser após a dor.
A terapia nos ajuda a compreender nossas emoções pq somente assim encontramos conforto. A dor é única e individual. Devemos senti-la para cuidar dela.
E, para nós encontrarmos o processo terapêutico é um importante caminho.
Sou Especialista em Luto e rompimento de vínculos. Estou a sua disposição. Fique bem.
Oi, tudo bem? me sinto meio perdida e precisava de uma ajuda. Faz semanas que eu não tenho vontade de fazer nada, só quero ficar deitada e parece que as coisas perderam totalmente a graça, sabe? Não é nem choro nem nada, é só um desânimo pesado que não passa com descanso. Tenho medo de estar entrando em depressão... você acha que isso já é caso de começar terapia ou é paranoia minha?
Sua percepção está completamente correta: não é paranoia sua, e sim um sinal de alerta do seu corpo e da sua mente que merece atenção e cuidado.
O que você descreve — a perda do prazer em atividades antes agradáveis (anhedonia), a falta de energia persistente e o desânimo que não melhora mesmo após o descanso — são indicativos clássicos de que o seu organismo está sobrecarregado. A depressão nem sempre se manifesta através do choro frequente; muitas vezes, ela surge justamente sob essa forma de apatia, "anestesia" emocional e cansaço profundo.
Sim, este é o momento ideal para iniciar a terapia. A psicologia atua exatamente nesse cenário através de alguns pilares.
Não espere o sofrimento se intensificar para buscar suporte. A terapia não serve apenas para momentos de crise aguda, mas principalmente para prevenir o agravamento desses sinais e te ajudar a recuperar sua qualidade de vida. Estou à disposição caso queira agendar uma consulta para conversarmos melhor.
Oi. Tudo bem!
O melhor e mais eficaz caminho sempre é o autoconhecimento. Quando eu compreendo o que sinto e o que penso, abro possibilidades para identificar sinais e sintomas prejudiciais para o meu bem-estar.
Tudo bem chorarmos e desanimarmos, mas se o que vc vive se torna frequente, intenso e te prejudica o acompanhamento é crucial. Espero por vc.
Terminei um namoro de anos faz três meses e parece que foi ontem. Todo mundo fala que 'o tempo cura', mas parece que eu só afundo mais na saudade e na culpa, não consigo tocar minha vida em frente nem focar em nada. Vale a pena buscar terapia só pra lidar com término ou isso é frescura e eu tenho que aguentar o tranco sozinho?
Buscar ajuda após um término nunca é frescura; é um ato de responsabilidade e cuidado com a sua saúde mental.
O fim de um relacionamento longo envolve um processo de luto não pela morte física de alguém, mas pela perda de planos, da rotina compartilhada e da identidade construída a dois. A ideia de que "o tempo cura tudo" é um mito quando não há a devida elaboração emocional. Se o tempo passa e a dor se transforma em culpa paralisaante, o sofrimento tende a se fixar em vez de diluir.
Três meses ainda é um período recente, e tentar "aguentar o tranco sozinho" só aumenta a sobrecarga. Na psicologia, o acompanhamento focado em términos atua em frentes essenciais.
Você não precisa passar por esse processo no isolamento. A terapia serve justamente para te dar suporte na travessia dessa fase difícil e te ajudar a recomeçar com mais clareza. Estou à disposição se quiser agendar um horário!
Olá! Terminar um relacionamento trás repercussões na nossa vida e rotina e sem dúvidas precisamos de tempo para processar tudo.
Mas o viver exige de nós compreensão das nossas emoções e sentimentos para assim seguirmos e olharmos para o que em nós deve ser resgatado e reavaliado. Que tal iniciar sua terapia? Te espero.
Oi, tudo bem? Queria entender uma coisa... Eu ando sem energia pra absolutamente nada ultimamente, até coisas simples como levantar da cama ou responder mensagem parecem um fardo gigante. Não sinto tristeza o tempo todo, parece mais um vazio, uma falta de vontade total. Como saber se isso é só um cansaço acumulado ou se já pode ser início de depressão? A terapia ajuda a sair desse estado?
Essa é uma dúvida muito comum, pois a linha entre o cansaço extremo e o início de um quadro depressivo pode parecer tênue, mas os sinais que você descreveu merecem atenção.
Diferente do cansaço comum que costuma passar após alguns dias de repouso e boas noites de sono , o estado em que tarefas básicas (como levantar da cama ou responder mensagens) se tornam fardos gigantes indica um esgotamento mais profundo. A depressão nem sempre se apresenta como tristeza ou choro; muitas vezes, ela se manifesta como essa sensação de vazio, anestesia emocional e falta de energia (anhedonia e apatia).
Na psicologia, trabalhamos para te ajudar a sair desse estado através de passos estruturados.
A terapia é uma aliada fundamental para restabelecer sua energia e qualidade de vida. Não é preciso esperar o quadro se agravar para buscar ajuda. Estou à disposição caso queira agendar uma sessão!
Olá! Cansaço é passageiro, melhoramos ao descansar. Exaustão envolve um esgotamento do físico e do mental.
A tristeza é um sentimento que pode vir a qualquer momento. Já a depressão é um adoecimento mental sem cura que paralisa a pessoa.
Na terapia buscamos visualizar o todo, ou seja, não olhamos apenas para o sintomas, mas compreendemos tudo que está envolvido ao sentir-se triste, a falta de ânimo, para aí sim encontrarmos possibilidades de melhora que é sim possível através de um tratamento psicológico frequente e contínuo. Te espero.
Oi, tudo bem? Queria tirar uma dúvida... De um tempo pra cá não consigo mais desligar a cabeça, fico o tempo todo achando que alguma coisa vai dar errado do nada e sinto um aperto esquisito no peito. Fico remoendo tudo até pra dormir. Isso é ansiedade mesmo ou só estresse do dia a dia?
O que você está descrevendo ultrapassa o estresse comum do cotidiano e aponta para sinais claros de ansiedade.
Enquanto o estresse costuma ser uma reação pontual a um fator externo específico (que passa quando a situação se resolve), a ansiedade se manifesta como essa sensação constante de alerta, preocupação excessiva com eventos futuros ("medo de algo dar errado do nada"), ruminação de pensamentos ao deitar e sintomas físicos, como o aperto no peito e a dificuldade para relaxar.
Se esses pensamentos e sensações estão prejudicando o seu sono e a sua paz no dia a dia, a psicologia pode te ajudar de forma prática.
Você não precisa continuar convivendo com esse aperto constante ou com a exaustão de ter a mente acelerada o tempo todo. A terapia oferece um espaço para você recuperar o controle e o descanso que merece. Estarei à disposição caso queira iniciar esse acompanhamento!
Olá! Tudo bem.
O mundo nos fornece um quantitativo de informações que muitas vezes não conseguimos processar de imediato e podem se acumular, gerando preocupações excessivas e sobrecarga.
Uma consulta psicológica pode te ajudar a compreender melhor seus sintomas. Que tal agendar uma consulta?
Me aposentei há um ano depois de trabalhar a vida inteira, e achei que ia aproveitar esse tempo livre, mas na real me sinto um peso morto dentro de casa. Meus filhos já têm suas vidas, minha esposa já morreu há alguns anos, e os dias passam todos iguais e vazios. Às vezes penso que não faço falta pra ninguém. Doutor, como eu encontro um motivo pra levantar da cama nessa fase da vida?
Oi, tudo bem? A aposentadoria é uma das transições mais marcantes do ciclo vital, e a adaptação a essa nova fase costuma ser muito mais complexa do que a maioria das pessoas imagina. Por muitas décadas, a sua identidade esteve entrelaçada ao seu papel no trabalho, aos horários e ao sentimento de utilidade diária. Quando essa estrutura repentinamente deixa de existir, somada às ausências significativas que você já enfrentou ao longo da vida, é compreensível que o seu cérebro e o seu sistema emocional reajam com uma sensação profunda de desorientação e perda de sentido.
O silêncio do cotidiano e a ausência de demandas externas frequentemente nos fazem interpretar a falta de rotina como uma falta de valor pessoal. Na verdade, a mente costuma nos pregar peças quando tenta nos convencer de que a utilidade de uma pessoa se resume ao quanto ela produz ou cuida dos outros. Como tem sido para você olhar para esse tempo disponível sem a pressão das antigas obrigações? Quais eram os interesses ou projetos antigos que acabaram ficando guardados na gaveta ao longo dos anos de trabalho? O que faria seu coração pulsar um pouco mais forte hoje se você se permitisse experimentar sem a obrigação de dar certo de primeira?
Redescobrir o próprio propósito nessa nova etapa não é uma busca rápida por respostas prontas, mas um processo gradual de reconexão com aquilo que traz significado real para a sua existência. A psicoterapia oferece um espaço seguro e estruturado para você reorganizar esses pensamentos, elaborar suas perdas e resgatar a sua autonomia no seu próprio ritmo. Se sentir que é o momento de dar esse passo e olhar para o seu futuro com mais leveza, a terapia pode ser uma grande aliada nessa reconstrução. Caso precise, estou à disposição.
Olá! Por vezes aprendemos a considerar ser produtivo com exercer um cargo e ter compromissos de trabalho ou funções cotidianas.
Precisamos compreender o sentido que damos ao nosso existir e isso é algo que envolve olhar para o conhecimento que temos de nós e da nossa vida, assim como encontrar sentido no agora.
Você pode iniciar pelo acompanhamento psicológico e receber ajuda e reconhecer os motivos para continuar. Espero por vc na terapia.
Esse momento de transição da vida profissional para a aposentadoria pode ser muito delicado e, muitas vezes, requer acompanhamento e suporte profissional.
Muda sua rotina e passa a construir uma nova forma de se perceber no mundo. É como se uma nova identidade começasse a surgir. E essa identidade não é construída de um dia para o outro. É preciso tempo para se adaptar às mudanças, compreender novos papéis e descobrir outras possibilidades para a própria vida.
A aposentadoria não precisa representar o fim de uma história, mas o início de um novo capítulo.
Estou casada há 8 anos e sinto que meu marido virou um estranho dentro de casa. A gente mal conversa, ele chega e vai direto pro celular, e quando eu tento puxar assunto ele responde seco. Já cheguei a chorar sozinha no quarto sem ele nem perceber. Não sei se é falta de amor ou só uma fase corrida da vida dele. Como eu descubro se ainda vale a pena lutar por esse casamento?
Oi, tudo bem? A sensação de se distanciar gradualmente de quem se ama é uma das vivências mais dolorosas dentro de um relacionamento longo. Quando a convivência se transforma em silêncio e o contato vira apenas funcional, é muito comum que o nosso sistema emocional passe a interpretar essa ausência de conexão como uma ameaça real à segurança da relação, gerando um cansaço profundo e aquela dúvida aflitiva sobre o futuro da união.
Na rotina do casal, muitas vezes os pequenos hábitos de desatenção funcionam como mecanismos de defesa ou de fuga da sobrecarga diária, fazendo com que o cérebro busque no celular ou no isolamento uma forma de desacelerar. O problema é que isso ergue muros invisíveis e impede que a vulnerabilidade de um encontre o acolhimento do outro. Quando você chora no quarto em silêncio, como você costuma expressar para ele essa necessidade de aproximação depois que a poeira baixa? Em que momentos você percebe que a mente dele se desconecta da sua e o que sente que estaria ao seu alcance resgatar hoje na história de vocês?
Descobrir se ainda vale a pena investir nesse vínculo não é uma resposta pronta, mas sim um caminho de redescoberta do diálogo e do reconhecimento do que ambos desejam construir daqui para a frente. A psicoterapia, seja ela individual ou focada na dinâmica do casal, oferece um ambiente muito rico e seguro para olhar para essas dores, mapear onde a comunicação se perdeu e restaurar a intimidade emocional no tempo de vocês. Se sentir que é a hora de compreender essas emoções com mais clareza, esse espaço de escuta pode te ajudar bastante. Caso precise, estou à disposição.
Olá! O diálogo em um relacionamento é a base de tudo. É fundamental alinhar expectativas com o parceiro, mas acima de tudo, cuide de vc e do seu interior, para assim vc compreender o que é ideal para sua vida e relacionamentos.
Estou a disposição para iniciarmos seu acompanhamento psicológico.
Terminei um namoro de cinco anos há três meses e não consigo tirar essa pessoa da cabeça, mesmo sabendo que o relacionamento não fazia bem pra mim. Um dia acho que devia tentar voltar, no outro lembro de todas as brigas e do quanto eu me sentia mal. Fico presa nesse vaivém que não sai do lugar. Como eu sei se essa saudade é amor de verdade ou só medo de ficar sozinha?
Que pergunta honesta e profunda você nos traz. É absolutamente natural e esperado que, após cinco anos compartilhando a vida com alguém, a mente passe por um período de forte oscilação emocional ao enfrentar o término. Esse vaivém que parece não sair do lugar acontece porque o nosso sistema de apego e a nossa memória afetiva tendem a buscar aquilo que era familiar, enquanto a nossa parte racional tenta nos proteger dos desgastes que geravam sofrimento. A saudade, em muitos momentos, atua mais como um reflexo do hábito e do apego à história construída do que como uma indicação de que o convívio era saudável.
Quando um ciclo longo se encerra, o medo do desconhecido costuma preencher os vazios e nos fazer duvidar das nossas próprias decisões, ampliando a nostalgia e suavizando as lembranças ruins. Nesses momentos de dúvida, como você percebe o diálogo interno entre a sua necessidade de segurança e a sua busca por paz emocional? Quando a vontade de voltar surge, o que você sente que falta no seu momento presente que aquela relação parecia preencher?
Distinguir o sentimento genuíno pelo outro do receio da solidão é um aprendizado que exige paciência e autorrespeito. A psicoterapia oferece um espaço muito rico para organizar essas emoções, compreender seus padrões de vínculo e fortalecer a sua autonomia emocional para que você possa tomar decisões alinhadas com o seu bem-estar. Se fizer sentido para você, esse acompanhamento pode ser um passo transformador nesta etapa de recomeço. Caso precise, estou à disposição.
Olá! Términos trazem seus impactos na nossa vida e rotina e principalmente nas nossas emoções. Tudo parece confuso e difícil de reorganizar.
O caminho ideal sempre será o autoconhecimento para assim compreendermos o que buscamos e sentimos diante dos acontecimentos.
Cuidar do interior e acolher o que vc deseja é um caminho possível com ajuda psicológica. Que tal agendar um atendimento? Te espero.
Tenho 16 anos e desde que entrei na adolescência não gosto de me olhar no espelho. Todo mundo na escola parece perfeito nas fotos e eu me sinto a mais feia da sala, mesmo minha mãe dizendo que eu sou bonita. Já cheguei a pular refeição só pra tentar emagrecer mais rápido. Isso me deixa muito triste e sozinha, porque não conto isso pra ninguém. O que eu faço pra parar de me comparar e gostar de mim do jeito que eu sou?
Olá, tudo bem? A adolescência é uma fase de intensas transformações, e o hábito de comparar a nossa imagem com recortes de redes sociais pode criar uma ilusão muito dolorosa, já que a internet costuma expor apenas versões cuidadosamente selecionadas da realidade. Quando nos olhamos através dessa lente irreal, o sistema emocional passa a interpretar traços humanos perfeitamente naturais como imperfeições imperdoáveis, gerando um desgaste profundo na autoestima e um isolamento que muitas vezes carregamos em silêncio.
Como você tem 16 anos e mencionou que sua mãe já busca te acolher, o passo mais importante e corajoso agora é conversar abertamente com ela ou com seus responsáveis sobre como você tem se sentido, especialmente sobre a prática de pular refeições. Privar o seu corpo de nutrição é um sinal claro de que a sobrecarga emocional está pedindo cuidado imediato. O que costuma passar pela sua mente nos momentos em que você se olha no espelho? De que forma você acha que os padrões digitais têm influenciado a maneira como você avalia o seu próprio valor?
Aprender a olhar para si mesma com mais compaixão e menos julgamento é um processo contínuo que não precisa ser enfrentado na solidão. A psicoterapia, acompanhada pelo apoio da sua família e pelo olhar cuidadoso de profissionais da saúde, oferece um caminho seguro para fortalecer a sua identidade e reconstruir a sua confiança. Caso precise, estou à disposição.
Olá! A forma como nos vemos e reconhecemos diz da forma como nos viram e o que nos ensinaram sobre nós.
Desde a infância recebemos impactos diretos na construção da nossa autoestima e se percebemos que não nos acolhemos ou até mesmo não nos reconhecemos, o acompanhamento psicológico é fundamental pq a comparação não é um caminho favorável.
Precisamos ajustar a lupa que vc se olha. Agende terapia. Te aguardo.
Tenho 38 anos e estou solteira há muito tempo, e às vezes bate um pensamento de que deve ter algo errado comigo pra ninguém querer ficar. Vejo amigas se casando, tendo filhos, e eu aqui sozinha me sentindo cada vez menos capaz de ser amada. Já nem tento mais conhecer pessoas novas porque tenho medo de me decepcionar de novo. Como eu reconstruo essa confiança em mim mesma depois de tanto tempo assim?
Oi, tudo bem? A sensação de desadequação ao observar as trajetórias alheias é uma dor silenciosa que atravessa muitas pessoas em diferentes momentos da vida. Quando passamos um longo período sem um relacionamento afetivo, a nossa mente tende a construir narrativas para tentar explicar essa ausência, e frequentemente transforma o medo da rejeição em uma ideia dolorosa de que há algo de errado com quem somos. Esse movimento de se fechar para novas conexões funciona como um mecanismo de proteção do sistema emocional para evitar o desgaste da decepção, mas acaba também alimentando um isolamento que reforça a própria sensação de solidão.
O processo de reconectar-se com a própria capacidade de ser amada não passa por se encaixar em expectativas sociais, mas por olhar com compaixão para a sua trajetória e resgatar o seu próprio valor. Quando você olha para as suas relações passadas, percebe se existe um receio de reviver antigas dores ao se abrir para o novo? Como tem sido a sua conversa interna quando você se pega comparando o seu tempo de vida com o das suas amigas?
Reconstruir a confiança em si mesma é um aprendizado gradual que envolve transformar a forma como nos acolhemos e redefinir a nossa relação com a vulnerabilidade. A psicoterapia é um espaço extremamente rico e seguro para compreender esses padrões de autoproteção, desenvolver autorrespeito e preparar o terreno para vínculos mais autênticos e saudáveis no seu tempo. Se fizer sentido para você, esse cuidado pode ser um passo importante. Caso precise, estou à disposição.
Olá! O primeiro passo na busca por qualquer resposta é entender mais sobre o que vc deseja e procura. Compreender quem vc é e o que vc deseja buscar para a sua vida. Sem comparação ou preocupação com a idade.
Fazer terapia te fornece bem-estar e tranquilidade para alcançar suas reais necessidades. Te espero para iniciarmos esse processo.
Sou técnica de enfermagem e trabalho em dois hospitais pra fechar as contas no fim do mês. Ultimamente eu choro no carro antes de entrar no plantão, sem nem saber bem o motivo, e tenho vontade de largar tudo mesmo amando minha profissão. Durmo mal, como qualquer coisa correndo, e sinto que meu corpo está no limite. Doutor, como eu sei se isso já passou de cansaço normal e virou algo mais grave?
Olá, tudo bem? Quero começar validando a imensa carga que você carrega diariamente. A enfermagem é uma profissão de doação profunda, e atuar em duas frentes de trabalho para sustentar a vida exige um nível de energia monumental. Esse choro no carro, que parece vir sem motivo aparente, é na verdade a voz do seu corpo avisando que a reserva de emergência esgotou. A linha entre o cansaço comum e algo mais severo, como um esgotamento crônico, é cruzada exatamente quando o sono já não repara, a alimentação se torna automática e o simples pensamento de iniciar a rotina dispara um alarme de perigo no seu sistema nervoso. É como se o painel de um veículo estivesse piscando no vermelho, pedindo encarecidamente que o motor esfrie antes de continuar a viagem.
Quando o nosso cérebro é exposto a um estresse prolongado sem pausas restauradoras, ele começa a operar em um modo de pura sobrevivência, fazendo com que até a vocação que mais amamos se torne um fardo pesado demais para carregar. Quando essas lágrimas caem nos minutos antes do plantão, qual é o pensamento mais silencioso que passa pela sua mente naquele instante? Se o seu corpo pudesse usar palavras em vez de exaustão, o que você acha que ele te pediria hoje como prioridade?
A psicoterapia é justamente um espaço de resgate para reorganizar essa dinâmica, trabalhando a regulação das suas emoções e a construção de limites possíveis para que você não precise abandonar a sua carreira para se manter viva. Diante de sintomas físicos tão intensos, o suporte de um psiquiatra também pode ser um cuidado complementar muito importante para ajudar a restaurar a qualidade do seu sono e o seu equilíbrio fisiológico. Se fizer sentido para você começar a cuidar de si mesma com a mesma dedicação que oferece aos seus pacientes, será um prazer ajudar nessa caminhada. Caso precise, estou à disposição.
Olá. A sobrecarga mental nos trás repercussões físicas e mentais. Muitas vezes na correria do dia-a-dia não fazemos o que nos preenche e não consideramos o que sentimos e pensamos. Iniciar a terapia pode te ajudar a olhar para as suas necessidades com leveza. Espero por vc.
Sou mãe de dois filhos pequenos e trabalho o dia inteiro em home office, tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo. Sinto que nunca faço nada direito, nem no trabalho nem em casa, e no fim do dia estou tão exausta que perco a paciência com meus filhos por qualquer coisinha. Depois me sinto uma péssima mãe por ter gritado com eles. Como eu dou conta de tudo isso sem virar essa pessoa estressada que eu não reconheço mais?
Oi, tudo bem? Equilibrar a maternidade na infância com as exigências de um trabalho em home office é um dos desafios mais complexos que alguém pode vivenciar na rotina atual. Quando tentamos sustentar um padrão de perfeição em todas as áreas ao mesmo tempo, a nossa mente e o nosso organismo permanecem em um estado contínuo de hipervigilância e sobrecarga. O estresse acumulado esgota os nossos recursos de regulação emocional, e a perda da paciência acaba sendo um sinal de exaustão extrema do sistema nervoso, e não um desvio de caráter ou uma falha no seu amor de mãe.
A culpa que surge logo após esses episódios costuma criar um ciclo doloroso, onde a exigência interna aumenta e a sensação de inadequação se fortalece. A neurociência nos mostra que um cérebro operando no limite do cansaço tende a reagir no modo de sobrevivência, tornando a impulsividade e a irritabilidade respostas automáticas para tentar conter a sensação de caos. Como você tem percebido a chegada desses momentos de limite ao longo do dia? O que você sente que aconteceria se você se permitisse redefinir o que é 'dar conta de tudo' hoje?
Aprender a reconhecer esses sinais do corpo e estabelecer limites saudáveis entre o papel profissional e o maternal é um processo gradativo, no qual desenvolvemos compaixão por nós mesmos e novos recursos de autorregulação. A psicoterapia oferece um ambiente seguro para reorganizar essas rotinas e ajudar a resgatar a presença leve que você deseja ter com seus filhos. Se fizer sentido para você, a terapia pode te acompanhar nessa reconstrução. Caso precise, estou à disposição.
Olá. Quando dividimos a nossa atenção temos a sensação de que não estamos por inteiro dedicados a algo e nos frustramos e ficamos sem saber o que fazer.
O importante é encontrar suporte emocional para compreender como vc está e o que fazer para se reorganizar e encontrar tempo pra vc. Já pensou em iniciar terapia? É uma excelente jornada de acolhimento e autocuidado para vc se reconectar com vc.
Abri meu próprio negócio há dois anos e desde então praticamente não tenho mais fim de semana ou feriado de folga. Vivo pensando em contas, funcionários e clientes até na hora de dormir, e meu corpo já está dando sinal com dor de cabeça quase todo dia. Minha família reclama que eu não estou mais presente nem quando estou em casa. Doutor, como eu aprendo a desligar um pouco sem sentir que tudo vai desmoronar?
Olá, como vai?
Construir e manter um negócio exige uma carga imensa de energia, e é compreensível que essa responsabilidade pareça ocupar todos os espaços da sua vida neste momento. Contudo, quando o nosso sistema emocional passa longos períodos sob constante estado de alerta e preocupação, a mente tende a interpretar o descanso como um perigo, gerando a falsa sensação de que uma pausa causará um colapso em tudo o que foi erguido. As dores de cabeça frequentes e a dificuldade de desligar são respostas claras do organismo mostrando que o limite da sobrecarga foi atingido.
O grande desafio de gerenciar um negócio não é apenas controlar as tarefas diárias, mas aprender a reeducar a mente para que ela entenda que desacelerar também é parte da sustentabilidade do seu trabalho. Quando você tenta relaxar, de que modo esses pensamentos sobre o futuro e os negócios costumam invadir a sua atenção? O que você sente que aconteceria com você ou com a sua empresa se você se permitisse um pequeno espaço de pausa intencional na semana?
Aprender a colocar limites saudáveis entre as demandas do trabalho e a sua vida pessoal é um aprendizado gradual que envolve desenvolver flexibilidade e estratégias eficientes de regulação emocional. A psicoterapia oferece um espaço muito valioso para mapear esses padrões de controle e reconstruir uma rotina mais equilibrada, sem que você precise abrir mão dos seus objetivos profissionais para ter saúde e presença junto da sua família. Caso precise, estou à disposição.
Olá. Sobrecarga mental nos trás repercussões físicas e mentais, mas a terapia pode te ajudar a acolher suas necessidades e buscar equilíbrio no dia a dia para estar com as pessoas e reconhecer que vc tem feito seu melhor. Te aguardo para iniciarmos esse processo reconhecendo seus limites e potenciais.
Perdi meu pai há dois meses de um jeito repentino e ainda não consegui aceitar que ele não vai mais atender o telefone quando eu ligar. Tem dias que estou bem e de repente uma lembrança boba me faz chorar no meio da rua. Minha família acha que eu já deveria estar "melhor" e isso me faz sentir culpada por ainda sofrer. Doutor, existe um tempo certo pra superar a morte de um pai ou cada um vive isso do seu jeito?
Oi, tudo bem?
Primeiramente sinto muito pela sua perda, imagino o quanto essa dor deve estar sendo pesada para você.
A perda repentina de alguém que representava um porto seguro na nossa vida nos confronta com uma das dores mais complexas da experiência humana. Nesses momentos iniciais, é absolutamente esperado que o cérebro e o nosso sistema emocional encontrem enorme dificuldade para assimilar a permanência dessa ausência. Essa ruptura súbita de vínculo faz com que a mente oscile constantemente entre a aceitação dolorosa e a negação protetora, e é exatamente por isso que pequenos gatilhos cotidianos podem desencadear um mar de emoções sem aviso prévio.
A ideia de que existe um prazo determinado para superar a morte de um pai é um mito social que costuma gerar muita culpa e sofrimento desnecessário. O luto não segue uma linha reta ou um cronograma rígido; ele é um processo profundamente individual, dinâmico e singular, que varia drasticamente de pessoa para pessoa. Quando a família pressiona por uma melhora rápida, geralmente reflete a própria dificuldade em testemunhar a dor de quem ama, e não uma regra sobre como você deveria estar se sentindo.
Como você tem lidado com essa cobrança externa enquanto tenta acolher o seu próprio ritmo? Em que momentos do dia você sente que consegue dar um espaço mais gentil para essa saudade sem se julgar por ela? O que tem te ajudado a cuidar de si mesma quando as lembranças mais intensas surgem?
Reorganizar a vida e construir novos significados após uma perda marcante exige tempo, paciência e, acima de tudo, autorrespeito com os seus limites emocionais. A psicoterapia oferece um espaço seguro e livre de cobranças para que você possa vivenciar essa transição, elaborar a dor do luto no seu próprio tempo e honrar a memória da sua relação. Caso precise, estou à disposição.
Olá. O luto é um processo individual que merece atenção e cuidado para acolhermos o que sentimos e pensamos diante da perda do nosso familiar.
A forma como ocorre a perda tb nos impacta e merecemos um espaço de autocuidado. Mas cuidar de vc é fundamental. O que vc acha de iniciar a terapia e cuidar de vc?
Meu cachorro morreu semana passada depois de treze anos comigo, e eu sei que vai parecer exagero, mas sinto como se tivesse perdido um filho. Choro escondida porque tenho vergonha de as pessoas acharem que é bobagem sofrer tanto por um animal. A casa está tão vazia sem ele que às vezes esqueço e ainda coloco a ração no horário certo. É normal sentir essa dor tão forte assim por um bicho de estimação?
Oi, tudo bem? Quero te acolher de coração aberto e te dizer com total clareza que o que você está vivenciando não é, de forma alguma, um exagero ou uma bobagem. A perda de um animal de estimação que esteve ao seu lado por treze anos representa o rompimento de um vínculo de afeto puro, diário e incondicional. Quando um companheiro de tantas fases se vai, nosso cérebro e nosso sistema emocional reagem ao luto de maneira tão real e profunda quanto diante da perda de um ente querido humano, porque a dor está ligada à profundidade do amor e da conexão que existia ali.
Infelizmente, a sociedade por vezes desvalida essa dor, o que nos faz sentir vergonha e viver o sofrimento em silêncio e isolamento. Esses gestos automáticos, como servir a ração no horário de costume, são a sua mente tentando se adaptar à ausência de uma rotina construída ao longo de mais de uma década. Como tem sido para você carregar o peso de ter que esconder esse choro de quem está ao seu redor? O que você sente que mais precisa neste momento para se dar a permissão de vivenciar essa saudade sem julgamentos?
Permitir-se honrar a história e a importância que ele teve na sua vida é um passo fundamental para transformar esse aperto no peito em lembrança afetuosa. A psicoterapia é um espaço seguro e livre de invalidações onde você pode elaborar esse luto no seu próprio tempo e acolher sua dor sem ter que se explicar para o mundo. Se fizer sentido para você, a terapia pode te acompanhar nessa travessia com muito cuidado. Caso precise, estou à disposição.
Olá. O luto é o rompimento de um vínculo e não há nada de errado em sentir-se triste pela perda do seu filho de estimação. Não é bobagem sofrer e vc precisa de um espaço acolhedor e confiável para falar sobre seus sentimentos. O que vc acha de agendar um atendimento e ter um espaço para cuidar de vc?! Te espero.
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